sexta-feira, julho 03, 2009

Experimento de Franck-Hertz




O experimento de Franck-Hertz mostrou que os átomos só podem absorver energia em valores discretos e bem definidos, ajudando assim a provar o modelo de Bohr para a quantização de energia de elétrons num átomo. No experimento, um tubo contendo vapor de mercúrio sob baixa pressão era submetido a uma diferença de potencial crescente. Entretanto, ao atingir o valor de 4,9V, a corrente subitamente diminuia. Novo acréscimo no valor da diferença de potencial levava a novos aumentos de corrente. Porém, ao atingir o valor de potencial de 9,8V, ocorria uma nova e súbita diminuição de corrente. A explicação desse fenômeno se baseia em dois aspectos: os elétrons colidem elásticamente com os átomos do vapor de mercúrio, havendo equilíbrio de energia cinética entre elétrons e átomos do vapor, ficando a parcela maior da energia com os elétrons. quando se atinge um valor igual ou múltiplo inteiro do menor valor de energia correspondente a diferença de níveis de energia do átomo, a colisão passa a ser inelástica, entregando energia ao átomo de mercúrio, de modo que os elétrons precisam adquirir nova quantidade de energia para atingir a placa coletora.

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quinta-feira, julho 02, 2009

Ibope: 55% dos paulistanos gostariam de viver em outra cidade!



O paulistano é assim: ao mesmo tempo em que sente orgulho de viver em São Paulo (44%), ele não confia na segurança pública (1%), não espera melhoria na qualidade de vida (60%) e, se pudesse, moraria em outra cidade (55%).

Acredita piamente no aumento da inflação (56%), aposta que o desemprego (45%) e a desigualdade social (41%) vão crescer. Não faz uso nem do sistema público de saúde (70%), nem da educação na rede pública (60%), tampouco do transporte público (55%) porque está insatisfeito.

Na sua grande maioria (77%), o paulistano acha que os investimentos públicos feitos na cidade de São Paulo estão “voltados para a população rica” e, enquanto 95% acreditam em corrupção na política, uma pequena parcela (10%) recorre à “propina” a funcionário público ou outro intermediário para conseguir o que quer.

Por fim, ele dá nota 6,7 à cidade de São Paulo e confia no Corpo de bombeiros (95%), Correios (91%) e (!!!) na Sabesp (81%).

Esses são os resultados da primeira edição da pesquisa “Viver em São Paulo”, realizada pelo Ibope, que ouviu 1.512 moradores em todas as regiões da cidade, entre os dias 5 e 14 de janeiro de 2009.

Fonte: P H A

Obama fica com inveja do lula

Muito legal esse vídeo, vale a pena ver!!

domingo, junho 14, 2009

O PROFESSOR ESTÁ SEMPRE ERRADO





O PROFESSOR SEMPRE ESTÁ ERRADO

Quando...

É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado...
Não tem automóvel, é um coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia".
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta às aulas, é um "Caxias".
Precisa faltar, é "turista"
Conversa com outros professores, está "malhando" os alunos.
Não conversa, é um desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama à atenção, é um grosso.
Não chama à atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances dos alunos.
Escreve muito, não explica.
Explica muito, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a "língua" do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, "deu mole".
É, o professor está sempre errado mas,
se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!

Fonte: Portal Luiz nassif

Garotinhos de futuro

Era uma vez 5 garotinhos, que foram ao campo e compraram de um velho
camponês um burro por R$ 100. O senhor combinou e entregar-lhes o
animal no dia seguinte. Porém, no dia da entrega o camponês lhes disse:
- Sinto muito amigos, mas tenho uma má notícia. O burro morreu.
- Então devolva-nos o dinheiro!
- Não posso, já o gastei todo.
- Então, de qualquer forma, queremos o burro.
- E para que o querem? O que vão fazer com ele?
- Nós vamos rifá-lo.
- Estão loucos? Como vão rifar a um burro morto?
- Obviamente não vamos dizer a ninguém que ele está morto.
Um mês depois, o camponês se encontrou novamente com os cinco garotos e lhes perguntou:
- E então, o que aconteceu com o burro?
- Como lhe dissemos, o rifamos. Vendemos 500 números a R$ 2
cada um; e arrecadamos R$ 1.000.
- E ninguém se queixou?
-Só o ganhador, porém lhe devolvemos os R$ 2 e pronto.
OS 5 GAROTINHOS CRESCERAM E, QUANDO ADULTOS, FUNDARAM, NO
BRASIL, UM BANCO (o Bradesco), UMA REVISTA SEMANAL (a VEJA), UMA IGREJA (a UNIVERSAL), UMA EMPRESA DE MIDIA ( a GLOBO) E UM PARTIDO POLÍTICO (o PFL).